
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Amor...

domingo, 8 de novembro de 2009
"... é como uma casa vazia..."
Seguem algumas fotos do "muquifu/cafofo/QG da resistência" que providenciei para minha morada. Pelos próximos "ano e meio/dois anos" esta será a base das minhas operações.
Ao menos o lugar é novo, precisa de poucas adaptações, e como estarei sozinho espero manter o orçamento sempre sob controle. As fotos mostram o espaço vazio, no dia em que criei coragem para fazer a limpeza e começar a preparar a mudança.
Contudo, se as fotos fossem tiradas após a mudança, não seria possível perceber muita diferença. Como esta é minha primeira morada "solo", acho que dá para imaginar que tenho muito pouco a carregar comigo na mudança, certo?
Ainda assim, prometo trazer (em alguns meses) fotos atualizadas do cafofo já mobiliado.
Beijos e abraços,
Antônio J. Xavier
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Palmeiras...

Embora desde já faça o alerta: se vc não é palmeirense, talvez nem deva tentar ler.
É provável que vc não entenda...
Beijos e abraços a todos,
Antônio J. Xavier
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Artigo Publicado

Elementos constitutivos do Estado e as consequências remotas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001
Qualquer análise do momento geopolítico atual nos remeterá, impiedosamente, a um único e imenso ponto de exclamação (na falta de sinais gráficos mais representativos do estado de pavor que se seguiu após a queda das torres gêmeas). O contexto político contemporâneo, com reflexos evidentes no campo sócio-econômico, apresenta feições díspares do que imaginavam os analistas e estudiosos da conjuntura internacional nos primeiros meses do século XXI.
Transmitidas em tempo real, para todo o mundo (em tempos de web 1.0), as imagens do ataque terrorista ao W.T.C. (World Trade Center) trouxeram à tona um velho [01] e poderoso problema: o terrorismo em termos globais e suas consequências.
As imagens de pessoas se atirando pelas janelas do W.T.C. (cenas que transformaram o calejado e indiferente nova-iorquino em um ser paranóico e confuso); do Pentágono em chamas e da destruição de um dos grandes monumentos do mundo capitalista, já entraram para a história como o maior ataque terrorista de todos os tempos e como símbolo da fragilidade defensiva da mais rica e poderosa potência global.
O simbolismo do ato de barbárie é evidente. Basta atentar para os números: o total de ativos que circulam por alguns dos quarteirões daquela área que circunda o W.T.C. (onde hoje já se constrói empreendimento ainda maior e mais ostensivo) passa, facilmente, dos trilhões.
Sem mencionar o fato de que o Pentágono é responsável por grande parte do arsenal nuclear do planeta (algo capaz de provocar o fim do mundo repetidas vezes).
Mas a questão proposta ainda não foi analisada com vigor: como estes fatos afetaram alguns dos elementos constitutivos essenciais do Estado? Destaco dois elementos em particular: a ideia de soberania e a concepção de território.
Mantendo o foco da discussão nos norte-americanos, deve-se considerar a postura dos ianques em relação à soberania de outras nações. Em geral, uma postura desrespeitosa do equilíbrio exigido pelo Direito Internacional. Soberania, elemento essencial do Estado que é definida por Acquaviva (Dicionário Jurídico Brasileiro. 2000) como sendo "o atributo do Estado que o torna independente no plano interno e interdependente no plano externo".
Podemos exemplificar de que modo a postura americana fere o "equilíbrio" (interdependência, no conceito sintético exposto acima) entre as soberanias no contexto internacional. Tenhamos como exemplo a atitude do ex-chefe do Executivo norte-americano ao se retirar de uma conferência internacional (sobre o protocolo de Kyoto) que deliberaria a respeito da emissão de poluentes no planeta (o futuro de todos, portanto), sob o grotesco argumento de que diminuir o dano ambiental que a "América" (expressão autoritária que define parte como se fosse o todo) causa ao mundo, seria prejudicial para a saúde econômica americana.
Outro exemplo de como os norte-americanos não respeitam o equilíbrio entre soberanias, "decorrente dos imperativos de convivência pacífica das nações soberanas no plano do Direito Internacional" (MALUF, Teoria Geral do Estado. 1995, p. 30), é o rompimento do tratado de limitação da fabricação de mísseis inter-continentais entre EUA e Rússia, por parte dos americanos, que pretendiam lançar um sistema de defesa anti-mísseis com armas em posição na órbita do planeta (outra grande ideia inovadora da era-Bush).
Por sinal, não deixa de ser irônico que, enquanto o ex-presidente George W. Bush se preocupava em aprovar um sistema de defesa com armas no espaço sideral, terroristas armados facas, tesouras e estiletes, tenham sido capazes de destruir um dos maiores símbolos do poder na Terra.
Mas existem poucas coisas inexplicáveis para aqueles que acompanham a História. Os norte-americanos sempre tiveram uma curiosa mistura de sentimentos em relação aos estrangeiros. Basicamente, quatro são os sentimentos que fazem parte desse amálgama: desconfiança, superioridade, isolacionismo e intervencionismo.
Em 11/09/2001, não só o W.T.C. e parte do Pentágono foram destruídos. Restou muito pouco da serenidade e do falso sentimento de invulnerabilidade que permeava os corações americanos.
"O que aconteceu foi, tanto do ponto de vista político, simbólico e também psicológico, o fim dos anos 90. Desde o final da Guerra Fria, os americanos vivem uma espécie de sonho,deliciados com o triunfo global do país, aproveitando-se do papel de última superpotência sobrevivente, saboreando uma prosperidade sem fim e se sentindo insultados com os conflitos do resto do mundo"( SAMUELSON, Revista Exame, outubro de 2001, p. 26).
Uma coisa é certa: dos quatro sentimentos típicos dos norte-americanos, a superioridade fictícia foi seriamente abalada. Os atentados terroristas colocaram os EUA em posição incomum (no século XX, por exemplo, apenas dois eventos podem ser apontados como semelhantes: o crash de 1929 e os resultados da guerra no Vietnã), pois enquanto se davam conta da própria fragilidade, buscavam apoio de outras "potências menores" (antes ignoradas sempre que o interesse americano assim aconselhava) para que estas avalizassem a sede de sangue que lhes impregnava o coração.
Entretanto, se por um lado a superioridade norte-americana sofreu um duro golpe, a desconfiança, o isolacionismo e o intervencionismo, ganharam fôlego e força. Os EUA reforçaram, consideravelmente, sua condição de superpotência com o avanço da globalização na década passada. Graças à paranoia que se instalou em todos os níveis da sociedade norte-americana o isolacionismo de suas políticas, a desconfiança quanto aos "não alinhados" e as manobras intervencionistas nestes foram acentuadas (a exemplo das invasões ao Afeganistão e Iraque), tornando mais lento o processo de global de integração (ainda lucrativo para os países desenvolvidos).
A globalização, aliás, permite-nos abordar o outro elemento constitutivo do Estado destacado no início do texto: o território. Segundo Acquaviva (op. cit.): "área física ou ideal na qual o Estado exerce com exclusividade, seu poder de império ou seu direito de propriedade sobre as pessoas e coisas". O território perdeu considerável parcela de sua função como "fortaleza" do Estado. Hodiernamente, é possível fazer negociações, transações, firmar contratos e parcerias, sem nunca ter sequer saído da sua cidade natal. Meios de comunicação via satélite e redes de computadores interligados fornecendo informações em tempo real são apenas a ponta do iceberg.
Afinal, como combater uma rede internacional de terrorismo que tem a sua disposição "mundos virtuais" teoricamente impenetráveis? O Estado, sobretudo em sua versão democrática, está cada vez mais fragilizado graças à desmaterialização dos limites territoriais (observemos que em países como a China pseudocomunista, por exemplo, ainda é possível constatar a intervenção estatal no fluxo de informações).
Logo, "não consegue realizar os três pressupostos de seu funcionamento: monopólio da força, taxação do excedente econômico e monopólio da norma jurídica" (Roberto Romano, professor de filosofia da Unicamp).
E é neste contexto que encontramos indivíduos (vide: Osama Bin Laden) capazes de abalar o modo de vida de nações inteiras. Capitais especulativos livres de taxação e controle. Além de vazios jurídicos incapazes de regular novas questões da vida moderna (manipulação genética, crimes virtuais, etc.) Tais falhas na realização dos pressupostos de funcionamento do Estado estimularam o fortalecimento do fundamentalismo. Infelizmente, o termo tem sido utilizado de modo a designar apenas a motivação dos atos terroristas e de seus apoiadores.
É imperativo que se destaque a existência de inúmeros fundamentalismos. Não apenas o fundamentalismo islâmico (como muitos, equivocadamente, apregoam), mas também o judaico e o cristão (protestante, católico ou neopetencostal).
O que dizer dos vários professores secundários processados por terem lecionado o evolucionismo de Charles Darwin em escolas públicas americanas? [02] Os fundamentalistas judeus e cristãos são tão atuantes quanto os islâmicos. Durante a Guerra Fria desfraldaram a bandeira anticomunista e hoje em dia são combatentes radicais contra o aborto e os homossexuais.
Os fundamentalistas protestantes, inclusive, encaram a América do mesmo modo que os islâmicos e judeus concebem o Oriente Médio: "terra prometida" ou "nação eleita". Nada é mais ilustrativo que a declaração do ex-presidente norte-americano - George W. Bush - ao mencionar que guerra anti-terror era na verdade uma batalha do "Bem contra o Mal", ou o fato das operações norte-americanas terem sido batizadas, de início, com o sugestivo nome de "Operação Justiça Infinita", termo de origem claramente bíblica (afinal de contas, só a justiça divina poderia ser considerada infinita).
É quase como se os puritanos da América proclamassem uma Jihad, não?
Vivemos um momento de mudanças estruturais no planeta: a maior potência global não tem mais a sua invulnerabilidade ficcional de pé; o Oriente Médio tornou-se o centro das atenções do resto do mundo; a Europa sente-se cada vez mais diminuída pelo surgimento de uma segunda superpotência (China) e pela posição contraditória que assume no meio de uma batalha na qual suas motivações nunca serão totalmente definidas (milhões de mulçumanos vivem – legal ou ilegalmente – no continente europeu); e os países em desenvolvimento sofrem por mais um problema que não lhes pertence. O mapa geopolítico e econômico do mundo começou a ser redesenhado para o século XXI nos territórios do Afeganistão e do Iraque (talvez, em breve, também nas terras do Irã ou da Coreia do Norte) pelos pincéis em forma de mísseis do "Tio Sam". God bless America!
Notas:
1 - Enganam-se aqueles que pensam que Osama Bin Laden deu início a um movimento inteiramente novo. Os ataques de 11/09/2001 nem sequer foram os primeiros ataques terroristas em território americano. Um observador atento da História poderia listar inúmeros outros eventos semelhantes (de magnitude menor, é verdade) dentro dos EUA. Talvez o primeiro de todos tenha sido o assassinato de Lincoln.
2 - Surpreende-me o fato de não terem, ainda, transformado Darwin numa espécie de herói dos novos tempos. Nada me parece mais adequado ao cinema e à televisão norte-americana nestes tempos de euforia "Obamista".
domingo, 14 de junho de 2009
Volto já...
Você já teve a chance de fazer uma faxina em sua vida?
É mais ou menos a sensação que eu estou tendo agora.
Muitos de vocês não fazem idéia dos motivos... mas eles se tornam irrelevantes quando você percebe que, de uma forma ou de outra, reclamar não adianta.
Devemos agir. Ou mostrar o quanto somos capazes de apanhar e seguir em frente...
Iniciei a compra do meu primeiro imóvel;
Fiz uma pesquisa e descobri que 80% das pessoas com quem mais me relaciono possuem celular de uma operadora diferente da minha (o que exige uma mudança, por óbvio);
Ficarei sem internet em casa por alguns meses (economia...);
Fiz alguns cortes no orçamento, reorganizei meus horários de estudo e doei alguns livros velhos (jurídicos) à biblioteca municipal ;
Entre agosto e setembro estarei ocupado num curso de culinária;
E essas são apenas as adequações visíveis.
É como um amigo recentemente me lembrou, parece que as situações mais difíceis mostram o meu melhor...
... e o meu melhor são os amigos (como ele) que conquistei ao longo dos anos.
Obrigado pelo apoio (do mais silencioso ao mais indignado... do mais paternal ao mais instigador...).
Até daqui a pouco,
Antônio
P.S. (1): O blog sera editado do trabalho, logo, numa frequencia mínima.
P.S. (2): Dra July (que somente lê os post’s graças ao feed/e-mail, acho que o vídeo que acompanha este texto não vai aparecer para vc... acredito que a internet do TJ impede a visualização... tenta visualizar de casa, clicando neste link: aqui). E diz a Dr. Felix que as palavras dele foram de grande ajuda...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Só mais um pouco calado...
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Palavras ditas e sentidas... (II)

domingo, 10 de maio de 2009
Once upon a time... (republicações parte VIII)

Faço essa introdução por um motivo muito simples: em meu "caderninho de notas", assim como no de muitas pessoas, o prefácio é assinado por duas pessoas muito especiais. Duas mulheres... duas mães. Seres que me deram uma introdução digna, um desenvolvimento seguro e cercado de carinhos; entregaram-me finalmente a pena (depois dos ensinamentos básicos sobre como escrever/viver de forma verdadeira e com o caráter que cabe a um homem que pretende sempre mostrar seu valor), mas estão sempre dispostas a me ajudar a reescrever qualquer página mal escrita.
E que fazem assim por amor. Um amor incondicional, sem limites, verdadeiro... puro e imortal.
Um feliz dia das mães a todas a mães, avós, bisavós... inclusive àquelas cujo vínculo genético não foi obstáculo para um amor verdadeiro e uma proteção encorajadora.
Um dia (um dia nada! Uma eternidade...) repleto de felicidade e amor a todas a mães...
Em especial, D. Joanita e D. Mary...
Heroínas deste blogueiro que vos escreve...
sábado, 2 de maio de 2009
Flores... (06 meses depois)













segunda-feira, 27 de abril de 2009
Susan Boyle

sexta-feira, 24 de abril de 2009
Diego Souza... a camisa não é por acaso.
(Charge do Bruno Venâncio - O Chiqueiro - reprodução autorizada)P.S. (repetido do post anterior): Sandra, minha querida amiga palestrina... gostaria muito de responder aos seus comentários, mas seu perfil no blogger está bloqueado e vc não tem deixado e-mail para contato... Ainda assim fico imensamente grato com o carinho viu?! Saudações alviverdes a você... bjinhos!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Cupid

Não assisto mais televisão.
Ok. Estou exagerando. Mas é quase isso.
Não assisto mais o SBT, ou a Record (salvo o jornal do Boris – se estiver no ar quando eu for dormir). Na Band, só o futebol (quando não há outra opção!) e o CQC (quando lembro...) e na Globo umas poucas coisinhas durante a semana.
Eu diria que, na média, não vejo uma hora de Tv por dia.
Alguns anos atrás isso seria impensável. Com uma carga menor de responsabilidades, tinha muito mais tempo para tudo. Tv, cinema, livros, escrever, etc.
Mas em compensação acompanho algumas séries americanas muito boas... todas por download.
Alguns dias atrás, vi um teaser de uma nova série que iria estrear na ABC.
Cupid
Isso mesmo, cupido.
O mote da história é um pouco repetitivo. Lembra o Don Juan interpretado por Johnny Deep no cinema, bem como uma outra série cancelada anos atrás e que também se chamava “Cupid”. Loucura, literatura (neste caso, mitologia) e bons atores.
Só que desta vez funciona...
Ao invés de uma Psiqué (amor maior do deus na mitologia), teremos uma psiquiatra (bem sacado, não?!) que irá acompanhar os passos deste “deus menor” (filho de Afrodite e Ares, lembram?!) castigado a reunir 100 casais sem a ajuda de seus poderes, inclusive o arco e a flecha, para poder retornar ao Olimpo.
O cenário de fundo é NY. E cada episódio, ao que parece, é um prato cheio para os românticos de plantão (em especial, a trilha sonora e os gestos românticos sugestivos...).
Só para ficar no primeiro episódio, alguns “momentos”:
1 – vale a pena fazer loucuras por algo/alguém que nem sequer se conhece?
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